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Logo Dr João Paulo Giacomini Bernardes - Radiologista Intervencionista

Paciente com rim único e nódulos renais maiores que 3,0 cm

Crioablação em rim único: preservação do rim e da função renal

Caso real de paciente com rim único e nódulos renais maiores que 3,0 cm. Após a crioablação e o retratamento descrito, o rim foi preservado e a função renal foi mantida. Veja a importância do acompanhamento.

2 min de leitura
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Créditos do caso: Dr. Marcos Menezes — médico principal do caso.

O desafio: tratar nódulos maiores que 3,0 cm em um rim único

Este é o caso de um paciente com rim único e nódulos renais maiores que 3,0 cm. O planejamento buscou tratar os nódulos preservando o rim remanescente e sua função. A estratégia escolhida foi a crioablação percutânea, realizada por punções e guiada por tomografia.

Tomografias do exame inicial mostrando dois nódulos no rim único antes da crioablação.

Exame inicial, antes do tratamento: as sequências de tomografia mostram os dois nódulos no rim único. Caso do Dr. Marcos Menezes, médico principal do caso.

1. Tratamento pelo frio, guiado por imagem

Na crioablação, crioprobes são posicionados na região do tumor. Ciclos de congelamento e descongelamento são usados para destruir o tecido planejado. As imagens orientam a posição das probes e o controle da região tratada.

Tomografias de caso real de crioablação renal do Dr. Marcos Menezes, médico principal do caso, com crioprobes posicionados no alvo.

Crioablação renal guiada por tomografia: os crioprobes conduzem o frio até a região planejada. Caso real do Dr. Marcos Menezes, médico principal do caso.

2. O exame de acompanhamento mudou a conduta

Cerca de nove meses depois, a tomografia mostrou um pequeno foco de realce na periferia da zona de ablação. Realce é a captação de contraste por uma região. Neste contexto, o achado foi interpretado como recidiva local e levou ao planejamento de um novo tratamento.

Tomografia de acompanhamento de caso real de crioablação renal, com realce nodular periférico.

No controle cerca de nove meses depois, o realce nodular na borda da área tratada motivou a investigação de recidiva local. Caso real do Dr. Marcos Menezes, médico principal do caso.

3. Nova ablação e controle por imagem

Foi possível realizar outra ablação por punção. O exame posterior apresentado não mostrou realce residual na área tratada. A possibilidade de retratamento é uma vantagem em casos selecionados; ela não significa que toda recidiva possa ou deva ser tratada da mesma forma.

Tomografia durante nova ablação percutânea de recidiva local de tumor renal.

Novo acesso percutâneo para tratar a região suspeita identificada no acompanhamento. Caso real do Dr. Marcos Menezes, médico principal do caso.

Ressonância de controle após retratamento de tumor renal por ablação.

O exame de controle apresentado documenta a área tratada sem realce residual. A avaliação continua com exames de acompanhamento. Caso real do Dr. Marcos Menezes, médico principal do caso.

4. Resultado: rim preservado e função renal mantida

Neste caso, o paciente manteve a função renal e o rim foi preservado após o tratamento e o retratamento descritos. Esse resultado foi especialmente importante por se tratar de um rim único. O acompanhamento continua sendo parte do cuidado, tanto para avaliar a região tratada quanto para monitorar o funcionamento do rim.

O que este exemplo significa para você?

Estes são registros de um caso real do Dr. Marcos Menezes, médico principal do caso, apresentados para explicar o raciocínio médico. As imagens e os resultados mostrados pertencem a este caso e não garantem o mesmo resultado para outras pessoas. A escolha deve considerar o diagnóstico, a função dos rins, a posição e o tamanho do nódulo, os riscos e as preferências do paciente, em conjunto com a equipe que o acompanha.

Conheça a avaliação de segunda opinião para nódulo renal e terapias ablativas

Referência para a discussão atual

Associação Europeia de Urologia (EAU) — diretriz de câncer renal, tratamento da doença localizada, edição 2026