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Logo Dr João Paulo Giacomini Bernardes - Radiologista Intervencionista

Nódulo sólido de 2,5 cm identificado em exame de imagem

Radiofrequência de nódulo renal pequeno: do alvo ao controle

Veja a sequência de um caso real de ablação por radiofrequência: identificação do nódulo, posicionamento da probe e controle com contraste. A indicação sempre exige avaliação individual.

2 min de leitura
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O ponto de partida: um achado incidental

Um nódulo de 2,5 cm no rim direito foi identificado de forma incidental em um adulto jovem. Neste caso, foi realizado tratamento por radiofrequência percutânea. A preferência por uma técnica minimamente invasiva fez parte da decisão registrada.

Tomografia com contraste de nódulo renal sólido antes de ablação por radiofrequência.

A tomografia com contraste mostra o nódulo sólido que foi selecionado para tratamento. Caso real do Dr. João Paulo.

1. Biópsia para conhecer o tecido

O registro histórico descreve coleta de biópsia imediatamente antes da ablação, no mesmo procedimento. A análise identificou carcinoma de células renais. Esse detalhe descreve o que ocorreu naquele caso, e não uma recomendação para repetir a mesma sequência em todos os pacientes.

2. Confirmar a posição da probe

A tomografia guiou o posicionamento da probe de radiofrequência no nódulo. A energia produz calor para tratar a região planejada. Neste registro, foram descritos dois ciclos de aplicação.

Reconstrução de tomografia mostrando a probe de radiofrequência posicionada no nódulo renal.

A imagem confirma a posição da probe no alvo antes da aplicação de energia. Caso real do Dr. João Paulo.

3. Avaliar o controle após o procedimento

A tomografia com contraste apresentada após a ablação mostrou a área tratada sem realce. Esse achado ajuda a avaliar o resultado técnico, mas não substitui os exames de acompanhamento nem permite prometer controle definitivo da doença.

Antes do procedimento

Tomografia antes da radiofrequência, com nódulo no rim direito.

Antes do procedimento: nódulo renal na tomografia com contraste. Caso real do Dr. João Paulo.

Após a ablação

Tomografia após radiofrequência mostrando a zona de ablação no rim direito.

Após a ablação: área tratada sem realce residual no controle apresentado. O acompanhamento por imagem continua necessário. Caso real do Dr. João Paulo.

A escolha do paciente precisa vir acompanhada de informação

Para um adulto jovem com boas condições clínicas, a cirurgia parcial continua sendo uma opção de referência que precisa ser discutida. A escolha por ablação deve considerar seus benefícios e limites, incluindo a possibilidade de persistência ou recidiva local e de um novo tratamento. Uma segunda opinião pode ajudar a organizar essa conversa com a equipe assistente.

O que este exemplo significa para você?

Estes são registros de um caso real do Dr. João Paulo, apresentados para explicar o raciocínio médico. As imagens e os resultados mostrados pertencem a este caso e não garantem o mesmo resultado para outras pessoas. A escolha deve considerar o diagnóstico, a função dos rins, a posição e o tamanho do nódulo, os riscos e as preferências do paciente, em conjunto com a equipe que o acompanha.

Conheça a avaliação de segunda opinião para nódulo renal e terapias ablativas

Referência para a discussão atual

Associação Europeia de Urologia (EAU) — diretriz de câncer renal, tratamento da doença localizada, edição 2026